Entrevista com Stephanie Gilmore
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Após terminar a etapa feminina do WCT Pro Rio 2012, batemos um papo rápido com a atleta Stephanie Gilmore. A 4X campeã mundial nos contou como está a preparação para o restante do campeonato e sua opinião sobre o surf feminino. Tudo isso você lê agora, na entrevista:
Como você está se preparando para as próximas etapas? Está sentindo outro título vindo por aí?
Eu tive um começo muito bom neste ano, mas acabei ficando em algumas colocações ruins, então, não tenho sido uma atleta muito consistente. Mas tenho surfado bastante, testando minhas pranchas e agora acredito que possa melhorar meu desempenho nas duas últimas etapas pra conquistar mais um título mundial.
Você se diz uma pessoa muito competitiva. O que passa na sua cabeça quando perde ou ganha um campeonato?
É muito simples: eu amo ganhar e odeio perder. Mas mais do que qualquer coisa, eu quero ter oportunidades com boas ondas e dar um bom show para as pessoas assistirem. É como uma performance em um palco.
Como você vê o surf feminino hoje? As meninas estão chegando perto no nível masculino?
Eu acredito que o surf feminino está ficando cada vez mais popular. Nós temos mais rivalidades e talentos neste ano. Eu acho que, na onda, nosso surf está bem perto do masculino, mas nossos aéreos ainda não existem nas competições. Surf é legal, pois sempre há algo a melhorar.
Qual cara você gostaria de enfrentar e por quê?
Nenhum, todos surfam muito bem!
Diga-nos uma música para:
Dançar: Get Me Bodied – Beyonce.
Beijar: Venus as a Boy – Bjork
Viajar: Lover Her Madly – The Doors
Surfar: The Wicked Messenger – The Black Keys
Relaxar: Soldier –Erykah Badu
5 minutos com Fred Patacchia
segunda-feira, 14 de maio de 2012
O havaiano Fred Patacchia está no Brasil pra participar da terceira etapa do World Tour 2012. O atleta, que foi eleito rookie of the year, em 2005, combina um surf clássico com estilo e rapidez.
Conversamos com ele, e você confere a entrevista agora.
Você tem sorte de ter nascido no Hawaii. Como isso afetou sua carreira?
É legal ser do Hawaii. Quando criança, vi os melhores atletas do mundo surfarem a Triple Crown. Você cresce querendo ser um surfista profissional e viajar o mundo. Além disso, crescer surfando em Pipeline, Sunset e Haleiwa preparam você para surfar em qualquer onda.
Surf é tradição pra você. Qual é a sensação de surfar com seu pai?
Eu cresci surfando com meu pai depois da escola. Eu amo surfar com meu pai e minhas duas irmãs.
Como é sua relação com a ASP, após dar sua forte opinião sobre o sistema deles?
A ASP é a nossa única fonte de surf competitivo. Eu amo competir. Então, lidar com a ASP é inevitável. Nem sempre concordo com a maneira de gerir nosso esporte e não tenho medo de expressar minha opinião. Algumas vezes, minha opinião me deixa em apuros e, por isso, já fui multado por dizer ou fazer as coisas que penso.
Você disse que a carreira no surf é curta. O que você pensa em fazer quando se aposentar?
Nunca vou me aposentar. Meu plano é surfar até o dia em que eu morrer. Vou me retirar das competições e o que eu planejo fazer depois disso, ainda não tenho muita certeza. Eu sei que amo a indústria do surf e quero ajudar o esporte a crescer.



